POL√ćTICA

"A primeira grande fake news no Brasil foi o Mensalão", diz José Dirceu

Por sou curitiba

08/07/2024 às 11:23:37 - Atualizado h√°
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ex-ministro da Casa Civil José Dirceu (PT) afirmou que a sua condenação no processo do "Mensalão" é a "a primeira grande fake news do Brasil". A fala foi feita pelo petista condenado durante uma entrevista a um telejornal da Bandnews no √ļltimo domingo (07/07).

Preso em 2013 por ser considerado um dos l√≠deres do esquema criminoso no Congresso Nacional, Dirceu teve sua pena perdoada em 2016 por decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Lu√≠s Roberto Barroso.

Dirceu foi condenado a 7 anos e 11 meses após ser apontado como respons√°vel pelo esquema de pagamento de "mesadas" a parlamentares para garantir o apoio de projetos do Governo Federal no Congresso entre 2003 e 2004.

Ao longo da entrevista, o criminoso alegou que a sua prisão foi uma tentativa de tir√°-lo do meio pol√≠tico-institucional no momento que o petista "podia entrar na linha sucessória do presidente Lula".

"Eu disse, e alguns me criticaram por dizer, que até por justiça, eu mereço voltar ao Congresso Nacional. Eu fui cassado por ter sido chefe do mensalão. O Roberto Jefferson foi cassado porque não provou o que era o Mensalão. E o Supremo me absolveu de formação de quadrilha. Então basta ver quem é o Roberto Jefferson hoje e quem sou eu. A primeira grande fake news no Brasil foi o Mensalão. Não o caixa-dois na campanha eleitoral, mas a história de que existiu o mensalão e que eu era o respons√°vel", disse Direceu.

Em maio deste ano, a Segunda Turma do STF também extinguiu uma segunda pena por corrupção passiva imposta a José Dirceu na Lava Jato, devido à prescrição. As decisões aumentam as chances de Dirceu disputar eleições em 2026, quando ele considera concorrer ao Congresso.

No entanto, para recuperar a elegibilidade, ainda ser√° necess√°rio anular outra condenação da Lava-Jato, cujo recurso est√° pendente de an√°lise no Superior Tribunal de Justiça (STJ).


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Fonte: Gazeta Brasil
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